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Mensagem por Hades em Seg Jun 03, 2013 7:31 pm



Olá, Campista!







Ficha de Reclamação!




▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?

▬ Conte-nos um pouco sobre você. Suas Características, físicas e piscologicas.

▬ Por que quer ser filho(a) de tal Deus?

▬ Compartilhe conosco a sua história.

▬ O que faria para agradar o seu pai ou mãe?






♦ Toda ficha será aceita, dependendo do conteúdo imposta na mesma. Fiquem atentos!
♦ Ficha para filho dos três grandes não serão válidas! Os mesmos efetuam um concurso que ocorre a cada 15 dias.


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Mensagem por Kamile Voldywok em Ter Jun 04, 2013 2:16 pm

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Thanatos

▬ Conte-nos um pouco sobre você. Suas Características, físicas e piscologicas.
Fisicas:Morena, cabelos castanhos, olhos negros, estatura média, magra.
Psicologicas: Sombria, quieta, intimidadora, boba, pacifica, bipolar.
▬ Por que quer ser filho(a) de tal Deus?
Pelo simples fato de Thanatos ser o melhor deus de todos.

▬ Compartilhe conosco a sua história.
Tomar a decisão de sair de casa aos dez anos não foi nada fácil. Mas não poderia ficar naquela casa com aqueles três ogros e aquela bruxa. Sou Kamile, uma menina insuportável. Odeio a vida, odeio ter nascido e acima de tudo odeio meus pais. Não sei como eles foram capazes de me deixar com aqueles monstros.
Vivia com um casal de gordos obesos que tinham dois filhos. O mais novo e mais chato era o Henri, um garoto gordo assim como o pai, ele parecia um bolo de tão gordo. Já o mais velho Henrique era mais gordo que o pai, não tinha pescoço e parecia uma bola. A anfitriã da família a senhora Carmem também era muito gorda porém muito fina. O pai da família o senhor Oracio era um completo porco.
Eu era a unica garota da casa e a unica que estava em forma, eu os odiava. Queriam me engordar a todo custo. Eu como sempre fui muito inteligente apenas fingia comer. Mas um dia aconteceu algo que me fez desistir de estar com eles. Era uma manhã comum, eu havia acabado de sair do armário. Sim, é isso mesmo que leu. Eles me odiavam e me prendiam em um armário de vassoura que ficava nos fundos da casa. Voltando a história, eu estava na cozinha fazendo o café quando senti uma pancada na cabeça e desmaiei. Quando acordei estava com as mãos e os pés amarrados e uma maça em minha boca. A cuspi para longe e me virei, para meu espanto Oracio e Carmem discutiam pensando em como me matar.
Me espantei mas não fiz barulho, movi meus pulsos e percebi que as cordas estavam frouxas. Sorri e soltei minhas mãos, porém eles estavam voltando a cozinha. Amarrei a corda nos meus pulsos e me deitei novamente. Fingi acordar e vi quando eles sorriram.
- Você dará um ótimo assado! Me espantei e vi que a roupa de ambos se rasgavam, meus olhos ficaram arregalados quando vi que ambos eram Harpias. Eles sorriam de mim, olhei para trás e me lembrei de um rímel que certa vez ganhei de uma mulher estranha. Ela dissera que eu devia usa-lo quando estivesse em perigo.
Soltei as cordas novamente e puxei o rímel do bolso, o mesmo se transformou em uma espada reluzente. Sorri e cortei as cordas que prendiam meus pés. Em um salto fiquei em pé encima da mesa. As harpias de assustaram e eu sorri.
Aquele que a pouco era Oracio veio para cima de mim, suas garras estavam prontas para me rasgar. Me afastei um pouco e o monstro me atacou, desferi um golpe com os olhos fechados e a mão dele voou para a pia. Olhei espantada, não sabia como fizera aquilo mas estava feliz. Mordi os lábio e desci da mesa, Carmem me olhava furiosa. Oracio urrava de dor. Desferi um golpe contra a cabeça de Carmem que se defendeu de um modo habilidoso.
Mexi em meu cabelo, e voltei para eles. Oracio ousou me atacar por trás me derrubando. Me virei rapidamente e quando ele vinha pular encima de mim a espada o atravessou. Ouvi a porta bater, era Henri e Henrique. Eles viram o corpo do pai no chão e se transformaram em harpias. Me afastei para trás, eu vivia com uma família de harpias. Henri veio para cima de mim, mas sua mãe assustada gritou algo em grego antigo.
Eu entendia grego? Sim, entendia. Isso porque sou uma semideusa. Enfim Carmem gritava com os filhos em grego eu apenas ouvia, após um ataque de gritos dela a mesma se virou para mim.
- Não os mate, deixe os vivo. Não lhe faremos mal, vá embora daqui. Espantada segurei a espada firmemente e sai da casa sem carregar nada, apenas 2 mil dólares que havia pego daquela família.
Mesmo pequena eu sabia lutar muito bem, sempre treinei arco e flecha no acampamento para o qual era mandada todas as ferias. Além de também fazer parte do time jovem de esgrima da escola, do time de ginastica olímpica e também das escoteiras. Foi assim que sai da casas dos ogros e fui morar em um apartamento em Nova Jersey, que meus pais me deixaram. Por sinal era a unica coisa que tinha de lembrança deles. O apartamento era pequeno porém muito aconchegante. Consegui muitas vezes sobreviver graças ao senhor Pires, um homem jovem mas muito bondoso. Ele sempre me convidava para comer em sua casa, ele morava sozinho. Não tinha família, segundo o mesmo a sua família morava em um lugar muito distante.
Mas só vim descobrir realmente que era uma semideusa quando estava na floresta próxima a escola. Eu havia posto lá alguns bonecos articulados para que eu treinasse com a espada. Sempre que conseguia um tempinho eu ia pra lá. Era uma noite estrelada e muito gelada quando tudo aconteceu.
Eu acabará de treinar com meus bonecos quando senti o chão tremer e as arvores serem arrancadas do chão. Subi em uma das árvores que se encontravam próximas a mim. Avistei um monstro com um olho no meio da testa. Desci a árvore e esperei sentada em um tronco o monstro. Já tinha 8 anos desde que quase morri devorada pela família harpia.
O ciclope carregava consigo uma clava envolta por espinhos. Engoli em seco e o monstro sorriu, eu havia treinado muito durante os 8 anos em que morei sozinha. Havia adquirido muita experiencia, durante todo esse tempo fui atacada por 3 cães infernais, 2 fúrias e 1 harpia além da família que eu vivia. O monstro ergueu a clava e lançou contra mim, com o impacto da arma no troco em que estava sentada fui lançada para longe.
Bati as costas em uma pedra, a dor me consumiu mas me levantei. O ciclope já vinha em minha direção com a clava empunhada. Desferi um golpe com a espada em seus pés para tentar derruba-lo, mas foi em vão. Avistei meu arco de longe, passei por debaixo dele e corri até o mesmo. Tentei puxar uma das minhas flechas, mas ela parecia estar presa. O monstro percebeu que tentava puxa-la e veio em minha direção, consegui tirar a flecha e mirei em seu olho. Sabe o quão é difícil mirar em algo que se meche? Por sorte sempre fui muito boa com mira. A flecha acertou o olho do monstro, ele urrou de dor. Em vão tentou arrancar a flecha do seu olho, enquanto ele estava ocupado com a flecha subi em uma árvore. Ele era enorme isso me deixou mais assustada.
Pulei nas costas do ciclope e cravei a espada do lado de seu pescoço, um ponto onde quando afetado faz com que o ser desmaie. Sim, também praticava karatê e kung-fu. Esse ataque do ciclope foi realmente a gota que faltava para me convencer a ir para o acampamento meio-sangue. Sai da floresta e peguei meu carro, dirigi ainda nervosa. Carregava comigo apenas a espada suja de sangue de ciclope, meu arco e minha aljava que continha dez flechas. Sendo que três delas eram envenenadas.
Dirigia freneticamente, sabia exatamente onde ficava a colina meio sangue. O senhor Pires, que era um sátiro guardião, havia me levado uma vez até la. Mas eu como sempre fui muito teimosa não aceitei ficar lá. Avistei a colina de longe, o sol começava a nascer. Parei o carro na beira da colina e respirei fundo, assim que desci do carro o chão tremeu novamente. E meu carro havia explodido. Me virei assustada e havia um dragão negro me olhando, ele era enorme. Peguei meu arco juntamente com a aljava e disparei alguma flechas contra ele, mas eram as flechas comuns. O veneno que havia nas três flechas que era feitas de aço inoxidável era muito potente. Faria o monstro dormir. Fechei os olhos e não exitei, atirei uma das flechas envenenadas. O dragão era ágil e se defendeu dela.
Revirei os olhos de raiva e prendi as outras duas em meu cinto, peguei a espada e corri na direção do mesmo. Sabia que ele iria me atacar com o rabo. Assim que ele fez isso pulei em cima do rabo dele, e corri. Corri e subi em seu braço, ele tentava se livrar de mim. Mas oque ele não contava era que as botas que eu usava tinha espinhos na sola. Enquanto eu corria elas cravavam na pele dele, assim me dando estabilidade.
Parei sobre seu ombro, puxei uma das flechas do meu cinto e respirei fundo. Era nescessario que aquilo fosse feito, eu poderia ser morta por ele. Segurei a flecha com firmeza e a cravei no pescoço do dragão que urrou de dor. O veneno era forte, mas não o suficiente para faze-lo dormir. O jeito seria fazer com que o veneno fosse engolido. Por sorte trazia um frasquinho com um pouco de veneno em minha bolsinha
Fiquei parada e deixei que ele me pegasse, tirei o frasquinho da minha bolsa e assim que ele me pegou abriu aquela boca repleta de dentes afiados. Não pensei muito e lancei o frasco em sua boca, ele engoliu e começou a cambalear. Ele estava bambo, não demorou e logo havia tombado.
Estava suada, e algo que eu não havia percebido. A unha da mão do monstro havia feito um corte em meu braço, um corte realmente profundo. Subi a colina com uma certa dificuldade, o vento ali encima era cortante. Assim que cheguei ao topo não aguentei e desmaiei. Rolei colina abaixo, acordei em uma cabana deitada em uma maca. O senhor Pires sorria para mim e meu braço estava enfaixado, meu tórax também. Havia quebrado duas costelas. O senhor Pires sorriu e me abraçou.

▬ O que faria para agradar o seu pai ou mãe?
Mataria, lutaria, treinaria. Sou capaz de tudo pra honrar meu pai.
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Mensagem por Athena em Ter Jun 04, 2013 2:31 pm

Ficha Aceita seja bem vinda ao nosso fórum filha de Thanatos ^.^

leia:
Adorei sua historia bem elaborada então você merece ser um semi-deusa filha de Thanatos
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Mensagem por Lyra Benson em Ter Jun 04, 2013 2:43 pm

- Nome:Lyra Benson
- Idade:18 anos
- Nome Do Progenitor: Athena
- Por que acha que será um bom filho de tal deus? Eu amo ler, sou muito inteligente,sempre fui considerada a nerd da turma por assim dizer, ajo pela razão em vez da emoção, gosto de planejar e escrever coisas, e sempre me dou bem com isso, eu me preocupo com o meu futuro profissional, sou orgulhosa e tenho opinião própria.
- O que faria deixa-lo orgulhoso? Tudo que fosse possível, não costumo falhar.
- Se descreva, fisicamente e psicologicamente.Estatura mediana, nem gordo,nem magro, pele branca, cabelos loiros e olhos azuis.Eu tenho pavor de aranhas, costumo ser muito quieta, amo rosas brancas,sou orgulhosa o que é meu defeito mortal, não tenho uma cor favorita elas mudam conforme o meu humor, amo meus amigos e minha família e faria qualquer coisa para protege-los.
- Narre uma missão que você faria para seu progenitor.
Nasci em Nova York em 1995, e moro com meu Avô Albert Benson,eu era semideusa e filha de Athena,vovô havia me contado a historia,hoje em especial eu estava em uma vinícola,sim eu disse vinícola,o lugar em que se fabricam vinhos, o aroma delicioso do local me agradava,eu não era filha de Dinísio,mas tinha um apresso especial por vinhos, o que aprendi com meu Avó, Albert,convivia mais com ele do que com meu pai.
Já era o décimo primeiro gosto de vinho que eu experimentava essa manhã,querendo achar o vinho perfeito. Descansei a minha garrafa de destilação de um lado, e quase morri de susto quando um vulto negro passou ao meu lado. Engoli em seco e fui até a janela escondida atrás de persianas de plástico. Abri um feixe e enruguei a testa. Onde estavam todos os funcionários? Juro quando entrei esse lugar estava cheio de gente trabalhando alegre como em todas as manhãs.
Sacudi a cabeça e abri a porta devagar, olhei sorrateiramente para fora. Apenas o barulho dos moedores poderia ser ouvido, ninguém monitorava nada e parecia que todos tinham evaporado. Pisei em cima de um copo derrubado no chão, abaixei e encostei meu pé em cima do liquido espesso e pegajoso.Tinha cor vermelha, toquei os dedos e senti o cheio de ferro. Meu estomago afundou na minha barriga. Era sangue. Abri a boca apavorada, alguém estava tomando sangue quente dentro de um copo.
–Precisa de ajuda, Senhorita Benson?-uma voz fria e feminina murmurou atrás de mim. Olhei estática para frente vendo as sombras se agitarem em uma dança hipnótica. Pronto,morri.,pensei desesperada virando o rosto lentamente para ver uma mulher linda com uma perna de metal e a outra com uma serpente. Em sua mão, estava um copo dos Yankees, ela bebericou um pouco e um filete de sangue desceu pelos seus lábios.
–Acho que eu esqueci de limpar o chão.-falo ela, avançando em minha direção. Por reflexo, procurei meu colar,mas não havia nada no meu pescoço (explicando, eu ganhei um colar do meu pai, que na verdade era uma adaga deixada por minha mãe, eu nunca tirava o colar do pescoço porque era a unica coisa que eu tinha dela). Lembrei que eu tinha deixado em cima da minha mesa quando fui entrar na vinícola. Andei para trás,tentando arquitetar algum plano para que eu não morresse nas mãos daquela empousa. Ela abriu um sorriso malicioso, e dois dentes pontiagudos cresceram exponencialmente.
–Eu não quero lhe matar!-falei corajosa. Ela soltou uma risada.
–Sério? Por que nós queremos. -disse o monstro,estalando os dedos. Mais seis empousas apareceram com os dentes sujos de sangue. Tomei para o lado e olhei para o que eu tinha tropeçado. Os olhos vidrados do porteiro bêbedo me fizeram soltar um grito, milhares de corpos com o pescoço aberto estavam estirados no chão em uma verdadeira cena de matança. Minha respiração acelerou.
–Assustada, coisinha?-uma das mulheres perguntou risonha quando eu tremi ao me levantar.
–Não mesmo. -repliquei dura. -Que tal um pouquinho de vinho para vocês terminarem a refeição.
Levantei as mãos e os dois compartimentos de madeira estremeceram perigosamente,era um tipo de telepatia que somente filhos da deusa da sabedoria possuíam, uma das tábuas quebrou,vindo uma enxurrada de vinho tinto engolindo as empousai, estas foram empurradas contra a parede. Corri em direção ao escritório, achei meu colar a tempo de uma daquelas criaturas cair sobre meu pescoço. Suas garras apertando minha pele, e o ar faltando. Acionei minha adaga e a cravei no pulmão da empousai que explodiu em pó. Tossi e me levantei ,olhando as empousai virem para cima de mim, forcei minha mente na cabeça dos monstros explodindo seus cérebros,e saindo correndo esperando que aquilo bastasse.Via a saída no final do corredor, mas um menino de terno azul marinho e olhos roxos entrou na minha frente, em sua mão jazia duas lanças gigantescas.
–Olá fofura.-ele falou sorridente.-Parece que conseguiu derrotar as minhas meninas.
–Você tem um péssimo gosto para mulheres.-comentei, fitando a porta de vidro que dava para o pátio. Ele riu,exalando o cheiro de vinho por todos os lados.
–Filho de Dionísio.-murmurei assustada,pisando para mais perto do balcão.
–Olha, boa intuição. –ele apontou a sua lamina para o meu corpo.-Sua mãe vai se decepcionar muito quando eu a matar.
–Você é um filho da mãe. -apertei a minha adaga nas mãos. Ele sorriu mais ainda.
–Obrigado pelo elogio,fofura.-ele me atacou por todos os lados. A minha única saída era a minha defesa que a qualquer momento iria falhar, coloquei minhas mãos em seu ombro e o pulei por cima, dando um chute em sua costas. Seu corpo bateu contra o balcão da recepção, ele rugiu de ódio e entrelaçou duas videiras em suas mãos grossas. Engoli em seco e tentei alcançar as portas. Mas logo as o chicote se enrolou nos meus pés,me puxando para ele. Arfei desesperada,tentando me soltar
–O meu poder é maior do que seu, nerd Metida.-ele disse sarcástico,ainda puxando meu corpo. Minha adaga voou para o outro lado.
–Mas eu tenho uma coisa que você não tem seu idiota.-disse fechando as mãos em punhos e olhando bem dentro de seus olhos,podia sentir sua cabeça e chegando no fundo de sua mente,derretendo seu cérebro,de certa forma até sentia a vida se esvair de seu corpo que caiu inerte aos meus pés.
–Merda!-exclamei,erguendo meu corpo,agarrei minha adaga e pulei para fora do galpão a tempo de sentir o fogo atrás de mim. Meu corpo projetou-se a uns quatro metros para frente onde cai olhando o galpão explodir a minha frente. Minha visão ficou turva com um momento, engoli a poeira que levantou na explosão.No momento seguinte tudo escureceu e eu acabei apagando.
Acordei num lugar totalmente estranho, um tipo de hospital, mas menor, me encontrava deitada em uma cama e totalmente confusa,olhei ao redor e encontrei um menino loiro. Quando percebeu que eu estava acordada ele começou a me examinar, minha cabeça dava voltas, estava explodindo, lembrei da vinícola e dos monstros me atacando, o que havia acontecido? Porque tinham me atacado?.Tentei falar com o garoto,mas ele não me respondeu apenas saiu da sala, minha voz estava estranha ela arranhava em minha garganta. Nesse momento um homem de cadeira de rodas entra na enfermaria, ou ala hospitalar, não sabia como chamavam esse lugar. Olhei pra ele a procura de respostas, meu olhar dizia tudo, seu nome era Quiron e na verdade ele era um centauro, estranho não?. Então ele começou a me explicar, eu estava no acampamento meio sangue, um tipo de refugio para os semideuses por assim dizer, me explicou sobre os monstros e o que eu fazia naquele local, minha cabeça doía cada vez mais com tantas informações.Depois de terminado ele me deixou descansar.A partir daquele dia passei a viver no acampamento, indo pra casa apenas algumas vezes no verão,ganhei um boné de invisibilidade de minha mãe, e na maior parte do tempo treinava duramente pra ser uma guerreira eximia, eu queria me tornar a melhor superar a mim mesmo, e anos de treinamento me tornaram uma das melhores
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Mensagem por Athena em Ter Jun 04, 2013 3:10 pm

Ficha Aceita seja bem vinda ao nosso fórum filha de Athena^.^

leia:
Tinha alguns errinhos de ortografia, mas fez uma boa narração então seja bem vinda ao nosso fórum


Deusa Da Sabedoria!

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Mensagem por Pablo Dellaver em Qui Jun 06, 2013 7:16 pm


▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?

Desejo me tornar filho de Dionisio.

▬ Conte-nos um pouco sobre você. Suas Características, físicas e piscologicas.

Sou um garoto baderneiro, não temo o perigo, sempre vivo sob os olhos atentos da policia e se não fosse só isso, dos monstros também. Calmo, pacifico, porém, possuo um pávil muito curto. Já se meteu em muitas brigas devido a garotas, simplesmente não sabe controlar-se, corre atrás de todas.

Fisicamente é alto, tem a pele branca levemente bronzeada, seus olhos são verdes cor do mar, seus cabelos são negros e cuidadosamente aparados.

▬ Por que quer ser filho(a) de tal Deus?

Dionisio é o deus das baladas, das festas, o deus que inventou o vinho, o cara que fez o teatro surgir. Ele é simplesmente um ídolo para mim, aquele que tem os mais diversos dons, o cara que merece admiração onde chegar. Sem contar que é um deus carismático, simpático e muito divertido. Gostaria de ser filho dele, ser como ele, chamar esse cara tão maraviilhoso de pai.


▬ Compartilhe conosco a sua história.

Eu nasci num lugar ao qual infelizmente não me lembro, na verdade, eu não me lembro de nada. Fui levado a um orfanato ainda muito pequeno e minhas lembranças ficaram escassas durante toda a minha vida.

A única coisa que eu sei, é que minha mãe morreu e meu pai nos abandonou. É, éramos três. Não sei também o nome de meus irmãos, ou irmãs. Só sei que os tenho.

Desde que fora revelado isso para mim, eu venho me prometendo encontra-los, custe o que custar eu irei vê-los outra vez.

Agora continuando a história. Fui levado muito pequeno para o orfanato, onde convivi até aproximadamente os sete anos. Sempre fui o melhor da turma, incrivelmente. Não era tímido, pelo contrario, sempre fazia tudo sem vergonha e sem medo do que as outras crianças iriam achar de mim. Minhas notas até ai eram medianas, mas sempre eu conseguia ser aprovado no fim do ano.

Em meu aniversário de sete anos, uma coisa estranha aconteceu. Um tigre adentrou no orfanato e foi até o salão de festas, pondo todos para correr, aquilo realmente assustou a todos, menos a mim. Ele se aproximou de mim e mais parecia um gatinho doméstico do que um grande felino das selvas.

Daquele dia em diante, as crianças e os administradores dali, me olhavam com um olhar de medo e desconfiança e, pela primeira vez em anos, eu me senti sozinho e deprimido. Resolvi então partir, ali não era mais um lar para alguem como eu, iria ao encontro de meus irmãos.

Viajei sozinho, andando com as roupas do corpo pelas ruas, sozinho e com fome, pedindo dinheiro em sinais, fugindo da policia algumas vezes. Essa foi minha realidade até os dez anos, que foi quando tudo mudou.

Um velho advogado me encontrou pelas ruas e resolveu me adotar, a partir dali eu tive uma vida de verdade. Comida de sobra, carros a vontade, festas dias e noites, e escola.

Ele era bondoso e gentil comigo, me tratava com um filho e eu, o tratava como um pai.

Assim, eu consegui viver até os dezesseis anos. Mas nada na minha vida fora feito para durar para sempre. Fomos novamente surpreendidos por algo sobrenatural, novamente em meu aniversario. Mas dessa vez, não fora uma criatura amigável, fora uma criatura horrivelmente perigosa. Um cavalo de fogo.

Eu não sabia o que fazer, o cavalo corria por todos os lados, por onde passava, queimava a casa, os moveis, enfim, destruía absolutamente tudo.

Meu padrasto tentou escapar, mais não conseguiu. Um dos pilares da casa caiu sobre ele, matando-o assim.

Aquilo me encheu com uma fúria que eu não podia explicar, era a minha única família, e agora se fora. Meus olhos começaram a ficar roxos, eu senti meu sangue correr mais rápido, uma névoa lilás começou a girar a nossa volta e umas plantas começaram a sair do chão agarrando as pernas do cavalo, estas incrivelmente não queimaram.

Olhei a minha volta e vi um pedaço de madeira um pouco corroído devido ao fogo, peguei-o e fui com toda a minha velocidade em direção ao cavalo. Em poucos segundos ele desapareceu, dando lugar a um pó amarelado.

Logo ouvi sirenes e os bombeiros chegaram. Apagaram o fogo e me deram cuidados médicos. Um bombeiro com andar esquisito se aproximou de mim e disse que tinha de me levar a um acampamento, no inicio eu achei que era para jovens problematicos, aliás, todos achavam que o incendio era minha culpa.

Mas no caminho eu soube de toda a verdade, era um semideus e devia ir ao acampamento para treinar e ficar seguro de novos ataques como aquele.

Senti uma ponta de esperança quando o homem disse que como eu, meus irmãos, na verdade irmãs, eram semideusas como eu, logo eu iria conhece-las, só esperar o momento certo.



▬ O que faria para agradar o seu pai ou mãe?

O que faria para agradar meu pai? Simplesmente tudo o que houver ao meu alcance. Se é um cara que eu não gostaria de decepcionar nunca era Dionisio. Quero sempre fazer tudo para deixa-lo feliz, desde matar monstros até me infiltrar onde não devo. Fazer missões perigosas, pegar objetos preciosos. Tudo que me couber, eu farei.
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Mensagem por Afrodite em Qui Jun 06, 2013 7:21 pm

Ficha ACEITA! Bem Vindo ao Nosso Fórum Filho de Dionísio.
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Mensagem por Paola Dellaver em Qui Jun 06, 2013 8:59 pm


Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Dionisío

Conte-nos um pouco sobre você. Suas Características, físicas e piscologicas.
Características físicas:É baixinha um metro e sessenta mais o menos,nem gorda nem magra.Olhos castanhos e cabelos vermelhos.Que se orgulha e tem muito ciumes deles.

Caraterísticas piscologicas:É uma garota animada,brincalhona na maior parte do tempo.Mais se irrita fácil.Meiga com quem quer e ignorante com quem a trata mal ou a que ela gosta,não é uma garota de ter muitos amigos mais os que tem os valoriza.É muito geniosa e muda de humor muito rápido.

Por que quer ser filho(a) de tal Deus?
Eu não sei,não sou boa com essas coisas.Mais as pessoas dizem que sou animada e louca como uma filha de Dionidio.É bem nunca fui filha dele em nem um outro fórum então resolve ser nesse.

Compartilhe conosco a sua história.
Eu não sei onde nasce.Vivi em um orfanato deis de que me entendo por gente.Não sei muitas coisas sobre minha família.Só que minha mãe morreu quando eu nasce e meus irmãos também,sim eu tenho dois irmãos ou irmãs.Não sei quem são,apenas sei que somos trigêmeos.Quando nascemos nos deram para a adoção.Não sei se meus irmãos tiveram sorte em serem adotados,mais eu não.

Como eu disse deis de que me entendo por gente.Vivo em um orfanato.Só conhece as crianças e o pessoal que trabalhava lá,cuidando da gente.Eu nunca fui uma das crianças que se destacavam.Uma das que as famílias que vinham adotar queriam.Então sempre fui ficando para trais.Eu estava pensando em fugir,não aguentava mais as outras crianças zombando de mim por eu não conseguir ler direito ou não conseguir me concentra.Já tinha 10 anos nessa época.A Mary uma das pessoas que cuidava da gente e unica que eu era próxima e também estava no orfanato na noite em que me deixaram.Me disse que eu tinha irmãos ou irmas ela não sabia dizer se eram meninos ou meninas,só sabia que eram dois e que eram meus gêmeos(as).

Isso me deixou pior.Saber que eu tinha família e que eles podiam esta passando pelo mesmo preconceito que eu...era não consigo explicar,não sou boa com isso.

Mais Mary me fez prometer que não faria besteira.Eu tentei protesta mais ela me conhecia melhor que ninguém.Então promete a ela.

No meu aniversario de onze anos as coisas começaram a ficar estranhas.Mary começou a me ensinar,a como me defender.Não entende fiquei muito confusa,nunca soube que ela gostava disso.Mais não reclamei eu sempre adorei lutar.

Ela me treino ate meus dezesseis anos.Foi quando tudo mudou de ver mesmo.Foi no meu aniversario de dezesseis anos.O pessoal tinha dado uma festa,não os outros adolescentes claro e sim o pessoal que trabalhava lá.Tudo aconteceu muito rápido,em um momento eu estava dançando com o Tedde namorado da Mary.No outro estava sendo jogada no outros lado da sala.No outro Mary e lutando com a coisa que nos atacou.E depois de alguns golpes Mary consegui acerta o coração da coisa e ela se desfaz em um pó amarelo.

Olho assustada para tudo aquilo.Fico perdida em pensamentos tentando entender o que era aquilo e porque nos ataco.Tentando acha uma resposta logica mais não deu.

-Pam precisamos ir.-Diz Mary me puxando para fora.-Eu não posso te explicar.Mais vou te levar para um lugar que tem pessoas que podem e você vai poder conhecer sua irmã e seu irmão.Desculpe não ter contado mais era o mais seguro par você.

Diz ela seria e me puxa para o carro.

Como assim?Ela sabia dos meus irmãos e não me disse nada?

Olhei ela,ia começar a xinga-la mais lembrei que ela seria a unica que poderia me levar a meus irmãos.

Podia ser doida,sou doida mais o que eu mais queria era conhecer meus irmãos.É depois do que aconteceu respostas.

O que faria para agradar o seu pai ou mãe?
Nada.Não faria nada,não devo nada a ele,não pede para nascer.Acho que ele que me deve afinal fui separada de meus irmãos e cresse sem saber o que era ter uma família por causa dele.

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Mensagem por Dionísio em Qui Jun 06, 2013 9:09 pm

APROVADA!!! Seja bem vinda, filhota. Espero que se dê bem com os outros campistas
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Mensagem por Andrew N. Bertozzi em Qui Jun 06, 2013 10:37 pm

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Macária

▬ Conte-nos um pouco sobre você. Suas Características, físicas e piscologicas.
Um garoto, que apesar de ter descoberto recentemente que era filho de Macária, não é frio, e fala com todo mundo. Sempre com um sorriso no rosto, agradando a quem passar. Mentira. Desde que descobriu que era filho de Macária, seu comportamento mudou contra a sua vontade. Seu sorriso desapareceu. Sua frieza tornou-se dona do corpo de Andrew, e hoje ele se acostumara com isto, e não luta mais. Deixou que tomasse conta de seu corpo.

▬ Por que quer ser filho(a) de tal Deus?
Macária é uma deusa serena (evita crise de pânico e descontrole emocional ou físico) e tenho uma visão noturna excelente, e consigo passear nas sombras tranquilamente. Além disso, Macária é uma deusa que admiro muito por ser a deusa da boa morte. Só 'coleta' as pessoas que fizeram bem na vida e que morreram sem dor.

▬ Compartilhe conosco a sua história.
Minha vida era definitivamente normal, até eu completar exatos dezesseis anos de vida, em parte bons, ou até descritos como ''normais''. Como eu disse antes, até meus dezesseis anos completarem-se. Foi como se os polos do planeta Terra se invertessem, e a gravidade se pusesse ao contrário. Traduzindo, minha vida mudou por completo. Foi mais ou menos assim que tudo aconteceu. Senta que lá vem história:

Eram dias de inverno, frio, algumas vezes nevava, de forma que alguns dias as aulas fossem canceladas. Outras não, mas meu pai me obrigava a usar casacos (sim, casacos, plural. Uns três ou quatro, talvez), botas e luvas. Todas de lã, o que era bastante reconfortante. Uma sensação de estar abraçado eu uma ovelha. Só que aquelas fofinhas. Todos os materiais estavam na mochila, e as roupas em meu corpo. Ia saindo pela porta, mas meu pai me parou.

- Pegou todos os seus casacos? - ele queria confirmar. Eu fui abrindo espaço entre as roupas, e contei apenas três. Fiz um gesto com três dedos levantados, e ele acenou pra mim, e eu entendi. Corri pro quarto e fui colocando o quarto casaco. Era azul-gelo, e estava bem velho. Papai dizia que era o 'casaco sagrado da família Mitchell', porque ele fora passado por meu tataravô. Eu não acreditava, mas parecia verdade. O tecido não é muito comum, e é bastante quente. O abracei, e passei pela porta, acenando para ele, e com um gesto, eu sinalizei para fechar a porta. Ele a fechou, e eu peguei um táxi.

Táxis amarelos, Nova York. Dias normais, eu fitava os locais que eu passava. Minha escola ficava perto, mas meu pai insistia que eu pegasse um táxi pra eu não ser sequestrado, torturado e morto, ou posto como pedinte no sinal e em esquinas. Pus o nariz no vidro embaçado, e eu reparei na neve. Uma camada fina, nada que pudesse atrapalhar a travessia dos carros. Cada vez mais eu sentia o motorista pondo mais pressão nos motores, e eu fitava o cinto de segurança uma boa parte do tempo também. Parecia que a qualquer momento ele poderia ganhar vida própria e me atacar, ou talvez me prender tão forte que eu não conseguisse sair.

De repente, o carro parou, e o motorista pisou fundo no acelerador. Nada. Olhei pela janela, mas a neblina embaçara o vidro. Limpei-o com as mãos, e percebi que a camada de neve havia se espessado. Minha única esperança era que um alto-falante da cidade, em qualquer lugar, desde que aparecesse, comunicasse que as aulas fossem canceladas. Nada. Pedi a conta ao taxista, ele dissera que a viagem tinha custado cinco dracmas. Entreguei os cinco dólares a ele. Mas, espere, ele havia pedido dracmas. Que diabos era aquilo?
- Dracmas? Que? – perguntei.
- Isso que você tem no bolso. Passa. – obrigou-me. Eu meti a mão no bolso e senti moedas grandes. A tirei do bolso. Eram amarelas, feitas de ouro, eu achava. Entreguei-as a ele, ainda duvidando. Pedi que abrisse as portas, e ele destrancou-as. Eu a abri, e no exato momento ele tirou das costas uma tira de couro com setenta centímetros de comprimento e nove de largura. Ele puxou a tira e surgiu uma espada de prata. Eu corri, mas a neve dificultava meus passos, as botas afundavam na neve grossa. Eu consegui chegar a calçada, pulando a cada passo dado. Eu quase caí no chão quando lá cheguei, pois a mochila pesou quase um quilo a mais. Percebi que o taxista já quase me alcançava, e não restava alternativa a não ser olhar o que tinha dentro.
É, eu olhei. Havia algo que eu não esperava. Duas adagas de bronze com o cabo de couro estavam ali. As peguei. Hum, eu tinha 50% de chance. Eu pensei que eu poderia atirar uma, e a outra eu usaria para lutar caso falhasse. Poderia ser arriscado, caso eu errasse e aquele cara poderia correr pra pegar a minha adaga e usá-la contra mim. Mas eu costumo correr riscos, e além do mais, era neve. O cara ficaria mais lento, e com sorte, eu poderia atirar a outra arma dali mesmo e acertá-lo. Mas, se eu pensasse bem, não seria muito inteligente uma batalha ‘’Espada vs. Adaga’’, então eu o fiz. Joguei a adaga. Ele desviou, e como planejei, ele correu pra pegar a arma. Me surpreendera o fato de quando ele chegou perto da arma, ela soltou um aroma delicioso, e ele caiu na neve, inconsciente. Além disso, a adaga ainda voltara para minha mão livre, e eu fiquei com uma cara de espanto. Eu revirei os olhos, porque o trânsito inteiro olhava pra mim, e eu assobiava com cara de que nada havia acontecido. Eles balançaram a cabeça, e olharam para os lados. Saíram dos carros e murmuravam: ‘’O que está acontecendo, e o que estou fazendo aqui?’’. É, o mundo é estranho. Especialmente o meu. Eu recolhi minha mochila, e andei em direção a escola, onde provavelmente eu iria chegar atrasado, eu contaria tudo e a professora não acreditaria em mim, isto é, se eu não chegasse lá e passasse por bobo, que as aulas tinham sido canceladas.
Eu estava andando, e alguém me puxou pra trás e sussurrou em meu ouvido: ‘’Você está em perigo.’’ Já não bastasse o fato de que eu estaria em perigo por causa da pessoa estranha, e do ataque louco, a neve derretia com uma velocidade incrível. Um ônibus apareceu de repente, e as portas se abriram. O motorista usava uma cadeira de rodas, e os pedais eram automáticos. Que diabos significava aquilo? Eu entrei, ainda desconfiado. Sentei perto da porta, porque, depois daquele ataque, eu não queria aquilo, principalmente com duas pessoas. Se bem que uma usava cadeira de rodas, mas eu não poderia confiar. Poderia ser falsa. Eu me sentei numa das cadeiras, e me admirava que o ônibus estivesse vazio. Era Nova York! Ah, a minha vida era toda estranha, aquilo era só uma coisinha boba. Ainda sentado, fitava o tempo todo o motorista, e com as mãos nas adagas, prontas para qualquer surpresinha. Mas não houve. Foi uma viagem longa, porém tranquila. Paramos em Long Island, onde a estrada já era de terra, e era uma colina, o ônibus provavelmente cairia montanha, digo, colina abaixo, e nós morreríamos dolorosamente. Ele tocou o apito, e nós três descemos ali mesmo. Foi uma caminhada difícil e, hum, nojenta pra mim. O cara da cadeira de rodas anunciou seu nome, Quíron. Quase caí no chão, porque Quíron era o treinador de grandes heróis, tipo Hércules. E ele não usava uma cadeira de rodas. Talvez a mãe dele gostasse de mitologia grega a ponto de fazer isso. Me parecia engraçado a ideia de na escola, a professora chamasse o nome Quíron, e o cara falasse ‘presente’. E ainda por cima, ele saiu da cadeira de rodas, e aí rolou a parte ruim: as pernas dele foi crescendo e ficando peluda, até ele se transformar num homem-cavalo-branco. Não, o termo correto era centauro. Me deu vontade de me jogar dali mesmo. Mas o lugar cheirava a morangos, minha fruta predileta. A ‘viagem’ a pé durou apenas dez minutos, mas meu cansaço era de correr os Estados Unidos inteiro, sem paradas de descanso ou algo do gênero. Li em uma placa Acampamento Meio-Sangue, onde entrei. Quíron (notei que, sim, era o verdadeiro da historias. Estraaaanho) me abriu os braços e me deu boas vindas àquele lugar. Sua voz era forte e alta. De repente, tudo abriu minha mente. Os gregos e seus mitos existiam. E eu fazia parte daquilo. Entrei, sorrindo, esperando saber quem era minha mãe, já que eu tinha pai, um de verdade. Bodes-garotos... não, eram sátiros, me levaram até o chalé 11, onde estabeleci minhas coisas lá, e eles me disseram que ao anoitecer era para ir para a fogueira, onde meu pai/mãe divino me reclamaria.


▬ O que faria para agradar o seu pai ou mãe?
Faria o possível e impossível para agradá-la. Uma deusa como Macária merece respeito, e ela terá o meu. Faria o justo, pois é isso que Macária deve apreciar em alguém. Faria o que seria de bem pra mim, e pra ela. Os outros... que façam seu próprio caminho.
Andrew N. Bertozzi
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Filhos de Macária

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Mensagem por Afrodite em Qui Jun 06, 2013 11:44 pm

Ficha ACEITA! Bem Vindo ao Nosso Fórum Filho de Macária.
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Mensagem por Joe D. Liutche em Dom Jun 16, 2013 11:11 pm

▬ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Éris
 
▬ Conte-nos um pouco sobre você. Suas Características, físicas e piscologicas.
Sou alguém quieto e tranquilo, em geral fico na minha. Nunca fui acostumado a ter o que queria, então geralmente me viro caso precise de qualquer coisa. Me meto em brigas com certa facilidade, claro que não tenho culpa, mas atraio a antipatia da maioria das pessoas ao meu redor. Quando quero ser uma pessoa legal consigo facilmente, o contrário também é fácil de acontecer.
 
Tenho olhos castanhos claros, cabelos castanhos queimados e cortados sem um padrão certo. Sou magro e alto. Minha pele tem um tom um pouco claro e meu rosto é longo.


▬ Por que quer ser filho(a) de tal Deus?
Resumidamente porque consigo causar a discórdia facilmente. Causar brigas é legal, por mais que seja errado. Além do que a a história da deusa é extremamente legal, começando por qual parte? Que tal a que ela iniciou uma das maiores guerras da história? Essa é uma boa.

▬ Compartilhe conosco a sua história.
Estava com sono. Muito sono. Meus olhos fechavam e eu tenho quase certeza que cochilei mais de duas vezes na aula de matemática. Na noite anterior tive pesadelos, conturbados, chatos e estranho, não me deixaram dormir. Abaixei a cabeça, estava sentado no fundo da sala, duvido que a professora conseguisse me ver.
 
- Senhor Liutche! - algo bateu contra a minha carteira ao mesmo tempo que a velha, ops, a senhora Reed gritou.
 
- Sim professora? - respondi calmamente, esfregando meus olhos com preguiça.
 
- Estava dormindo de novo, não? - claro, meus olhos estavam fechados e eu deitado sobre a carteira.
 
- Não, estava apenas lendo o livro... Essas letrinhas são difíceis, sabe? - sorri.
 
- Sala do diretor, agora... - ela respondeu.
 
Suspirei, devia ser a terceira ou quarta vez que ela havia me expulsado da sala de aula e mandado para a sala do diretor. Joguei minha mochila nas costas e sai da sala, caminhei devagar até chegar à diretoria. A secretária disse oi com um breve sorriso atrás de um batom vermelho e logo me mandou entrar na sala do diretor.
 
- Mais uma vez Joe? - repreendeu-me o senhor Danniels. Ele estava sempre com uma cara zangada, não sei porquê. Além de uma camisa branca, gravata e calça cinza, sério demais.
 
- Sim, mas não tenho culpa do meu sono...
 
- Ok. As aulas estão acabando, você vai pra casa hoje e só voltará após as férias, não tenho motivo pra te castigar. Pode ir.
 
Levantei com calma, saindo da escola com pressa. Assim que alcancei a rua começou a chover, uma garoa fina que logo piorou. Cortei caminho através do parque, as árvores aparavam grande parte da chuva e apenas algumas gotas me alcançavam. Mas era estranho estar ali, parecia que alguém vinha atrás de mim. Era uma sensação ruim que corria pelo meu corpo, mesmo assim a ignorei e tentei andar mais rápido.
 
Cheguei no meu apartamento. Como sempre ele estava bagunçado. Eu moro apenas com o meu pai, ele passa a maior parte do dia trabalhando na prisão. Apanhei uma pizza, que esperava que fosse da noite anterior, e continuei meu caminho até o quarto. Meu quarto era algo comum de adolescentes, bagunçado, cama, armário, etc. A única coisa boa era a vista, dava direto em um muro que foi coberto com grafites, um deles feito por mim. Me lancei na cama e fiquei apenas encarando o teto, pensando nos meus pesadelos. Não demorou e o silencio formado ali fez com que eu caísse no sono.
 
Novamente as mesmas cenas apareceram: Meu pai, eu e uma mulher que não conseguia reconhecer. Estávamos no apartamento e eles pareciam se dar, mas ela sacou uma adaga e acertou o peito dele com força. Me atirava sobre o corpo dele mas alguém me puxava e me afastava dele enquanto todo o apartamento criava chamas. Quando o corpo do meu pai virou cinzas eu acordei. Estava suado e já era de noite. Caminhei com passos silenciosos do meu quarto até a sala, meu pai estava sentado na mesa, apenas com uma luz fraca sobre seu rosto. Parei ao ver que havia alguém a sua frente.


- Ele tem que ir Michael - a voz era rouca e um pouco aguda, com toda a certeza não era do meu pai - ficar aqui pra ele seria perigoso, além do que... - parou por longos minutos - Tem algum monstro se aproximando... Rápido, chame Joe.


Meu pai levantou-se e antes que ele começasse a andar até o meu quarto apareci, saído das sombras. Fiquei quieto, segurando meu braço e olhando para ambos.


- Filho, temos que conversar, mas não agora. Pegue suas roupas bem rápido. - assim que ele terminou sai da sala, sua voz era tão séria e firme que, neste momento, me assustava.


Como ele pediu arrumei algumas roupas em uma mochila, além de dinheiro. Cheguei a sala e mostrei a minha "bagagem" ao meu pai. Consegui enxergar brevemente a pessoa que estava conversando com ele, era um cara baixo, com uma barba mal aparada e um boné grande. Fiz algumas perguntas básicas e rápidas, elas foram levadas pelo vento e ficaram sem respostas. Não queria sair sem um motivo plausível. Foi nesse momento que minha vida mudou.


A porta estourou em chamas, dois homens altos e mau encarados invadiram a casa. Eles tinham algumas bolas que pareciam de aço com chamas que dançavam sobre elas. Eles me encararam por segundos que pareciam horas, e logo um deles atirou uma daquelas bolas. Meu pai, o cara estranho e eu nos abaixamos na mesma hora que a parede de trás virou poeira.


- Temos que sair e rápido! - o cara de boné gritou por cima do barulho dos alarmes do prédio.


Nos levantamos rápido, olhei em volta e tudo estava pegando começando a pegar fogo... Fogo. Como no meu sonho, só que de verdade. Praticamente congelei no mesmo lugar, não percebi que estava atrasando a saída do meu pai e do outro homem. Eles voltaram até mim, deviam estar saindo pela porta dos fundos. Mais uma vez outra bola em chamas foi lançada, essa quase me acertou, mas meu pai me jogou ao chão e deixou ela acertá-lo. Olhei para ele sendo arremessado pelo buraco feito pela primeira bola engoli uma lágrima. O outro homem me puxou, dizia que agora não tinha jeito, eu deveria ir agora.


Não queria ir, mas ele conseguiu me puxar bem rápido. Descemos até um beco escuro e corremos. Corremos tão rápido quanto o vento, e ficamos em silencio. Pegamos um táxi e então conseguimos conversar. Ele me explicou o que houve e me contou uma história sobre quem eu era, algo sobre deuses, monstros e semideuses. Não queria acreditar nele, mas dentro de mim algo dizia que eu deveria acreditar. Paramos no meio do nada depois de uma viagem de mais ou menos meia hora.


- Pra onde vamos? - perguntei olhando em volta.


- Para lá. - ele apontou pra cima de uma colina - o Acampamento...


▬O que faria para agradar o seu pai ou mãe?
Tentaria continuar vivo, sobreviver e ser o melhor filho possível. Saber que se ela não pode ser realmente uma mãe porque tinha um motivo. Além disso evoluiria o máximo possível e daria o melhor de mim para ser um ótimo guerreiro.
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Mensagem por Afrodite em Dom Jun 16, 2013 11:48 pm

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